Filha da vítima está entre os presos suspeitos do crime brutal na Grande Curitiba
Idoso desaparecido há duas semanas em Campo Magro foi encontrado esquartejado; filha e outros suspeitos foram presos.
Contexto do crime na Região Metropolitana de Curitiba
O idoso encontrado esquartejado em Campo Magro estava desaparecido há cerca de duas semanas antes da descoberta do corpo na manhã de sexta-feira, 6 de março de 2026. Jurandir de Oliveira, 83 anos, morava próximo ao local onde seu corpo foi enterrado. A investigação policial envolveu a Polícia Civil de Almirante Tamandaré, que coordenou as ações para elucidar o caso.
Prisão dos suspeitos e detalhes da operação policial
Durante a operação realizada na manhã do dia 6, mandados de busca, apreensão e prisão foram cumpridos contra três suspeitos, dentre eles a filha do idoso e o genro, este com antecedentes criminais. Um dos presos confessou o crime e indicou o local onde o corpo foi ocultado. A polícia apreendeu o celular da vítima em posse de um dos envolvidos, que será periciado para auxiliar nas investigações.
Dinâmica do crime e transporte do corpo no local
Segundo os relatos da investigação, após o homicídio, o corpo de Jurandir foi esquartejado e as partes transportadas em pelo menos três viagens até o terreno onde foram enterradas. O trajeto foi realizado parcialmente a pé e com o auxílio de um carrinho de mão. A proximidade da residência da vítima facilitou o deslocamento dos suspeitos para ocultar os vestígios do crime.
Suspeitas sobre motivação ligada a disputas patrimoniais
A motivação principal investigada pelas autoridades policiais é um conflito relacionado a interesses patrimoniais, especificamente uma briga por uma residência. O delegado Leandro Vadalá destacou que essa disputa familiar teria sido o fator desencadeador do homicídio, o que reforça a complexidade das relações envolvidas e o potencial impacto social de conflitos dentro do ambiente familiar.
Continuidade das investigações para esclarecer o caso
As autoridades mantêm o trabalho investigativo para esclarecer a participação individual dos suspeitos e todos os detalhes da dinâmica do crime. A perícia no celular apreendido e outras diligências devem contribuir para a completa elucidação do caso. A prisão da filha e dos outros envolvidos marca um avanço significativo, mas a polícia reforça que o inquérito ainda está em andamento.
Fonte: www.bemparana.com.br