Apresentações gratuitas no Teatro José Maria Santos destacam memórias e ancestralidade feminina negra

Espetáculo inspirado pela Tereza de Benguela estreia em Curitiba com apresentações gratuitas no Teatro José Maria Santos.
Confira a programação completa do espetáculo em Curitiba
16 a 18 de abril, 20h: “Revisitando a Grandeza que Somos – Cartas para Tereza de Benguela” no Teatro José Maria Santos
19 de abril, 19h: Apresentação no Teatro José Maria Santos
22 a 24 de abril, 14h30: Sessões no Teatro José Maria Santos
22 a 25 de abril, 20h: Sessões no Teatro José Maria Santos
25 de abril, 19h: Apresentação com audiodescrição e visita guiada ao espaço cênico uma hora antes
26 de abril, 19h: Apresentação com audiodescrição no Teatro José Maria Santos
Oficina “Ará Izô – Corpo que Queima”: conexão entre dança, teatro e memória afro-brasileira
A oficina gratuita “Ará Izô – Corpo que Queima”, ministrada por Nando Zâmbia, acontece nos dias 17, 18 e 19 de abril no Grupo Capoeira Angola Zimba. Voltada a artistas, estudantes e interessados gerais, a imersão explora o corpo como espaço de criação, energia e memória. A proposta articula dança, teatro e musicalidade afro-brasileira para construir uma dramaturgia corporal sensível e técnica. São oferecidas 20 vagas gratuitas, com inscrições abertas, permitindo participação parcial ou integral.
A importância do espetáculo inspirado pela Tereza de Benguela na valorização da cultura afro-brasileira
O espetáculo inspirado pela Tereza de Benguela destaca a trajetória da liderança quilombola do século XVIII, reforçando a representatividade das mulheres negras na história brasileira. Com interpretação de Flávia Imirene e Sol do Rosário, e direção de Sabrina Marques, a produção mescla realidade e ficção para revisitar memórias ancestrais e refletir questões contemporâneas. A iniciativa promove diálogo com saberes ancestrais, fortalecendo a diversidade cultural e a visibilidade de narrativas afro-brasileiras em Curitiba.
Acessibilidade e inclusão nas apresentações do espetáculo em Curitiba
Comprometido com o acesso cultural, o projeto oferece sessões com intérprete de Libras e audiodescrição nos dias 25 e 26 de abril, além de visitas guiadas para pessoas cegas ou com baixa visão. Essas ações ampliam o alcance da mensagem e promovem a inclusão de públicos diversos, reafirmando o compromisso social e formativo da iniciativa. Todas as apresentações contam com intérprete de Libras, garantindo comunicação eficiente para surdos e pessoas com deficiência auditiva.
Aspectos técnicos e criativos do espetáculo que revisita a história de Tereza de Benguela
A montagem conta com uma equipe multidisciplinar, incluindo dramaturgia de Flávia Imirene, textos de Sol do Rosário, Sabrina Marques e Flávia Imirene, além de direção musical de Matheus Santos e assistência de Evangivaldo Santos. A direção de movimento é de Priscila Pontes, com iluminação assinada por Nando Zâmbia e figurino por Carla Torres. A produção executiva é conduzida por Dan Ramos, sob coordenação da própria direção artística da peça. Essa composição técnica reforça a dimensão estética, política e formativa do espetáculo.
Fonte: www.bemparana.com.br
Fonte: Lelo Sasso