Morte de desembargadora do TJDFT repercute no Distrito Federal

Autoridades destacam legado e decretam luto oficial de três dias pela desembargadora Maria de Lourdes Abreu

A morte da desembargadora Maria de Lourdes Abreu causou comoção e luto oficial no Distrito Federal.

Morte da desembargadora Maria de Lourdes Abreu gera comoção no Distrito Federal

A morte da desembargadora Maria de Lourdes Abreu do TJDFT, ocorrida em 18 de março de 2026, provocou profunda comoção entre autoridades e membros do Judiciário do Distrito Federal. O presidente em exercício do TJDFT, desembargador Roberval Casemiro Belinati, destacou a trajetória da magistrada como marcada pela sensibilidade, retidão e compromisso inabalável com a Justiça. Maria de Lourdes estava afastada desde o ano anterior, dedicando-se ao tratamento de saúde, e faleceu devido a falência múltipla dos órgãos.

Legado da desembargadora na Justiça e impacto no serviço público do DF

Maria de Lourdes Abreu construiu uma carreira sólida e admirável, com atuação destacada no Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios desde 1981, inicialmente como defensora pública e posteriormente procuradora de Justiça. Nomeada desembargadora pelo governo federal em 2014, ela atuou em áreas como meio ambiente, ordem urbanística e patrimônio cultural. Autoridades destacam seu compromisso ético e sua influência na formação de profissionais do Direito no DF, reforçando a importância de sua contribuição para o fortalecimento institucional do Judiciário local.

Repercussão oficial e manifestações de pesar no Judiciário e sociedade

O TJDFT decretou luto oficial de três dias e expressou solidariedade aos familiares, amigos e colegas da desembargadora. A vice-governadora Celina Leão ressaltou a dedicação incansável de Maria de Lourdes ao serviço público e seu respeito às instituições. O Ministério Público do DF também manifestou profundo pesar, enaltecendo seu profissionalismo e legado ético. A Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal e a Caixa de Assistência dos Advogados manifestaram solidariedade, ressaltando a perda de uma grande representante da Justiça brasileira.

Detalhes sobre velório, cremação e trajetória pessoal da magistrada

O velório da desembargadora foi realizado no Cemitério Campo da Esperança, Asa Sul, na manhã de 20 de março de 2026, com cremação prevista para o mesmo dia em Valparaíso, Goiás. Natural de Goiânia, Maria de Lourdes ocupava o cargo de ouvidora-geral do TJDFT desde 2024. Sua nomeação para o tribunal ocorreu durante a gestão da ex-presidente Dilma Rousseff. Antes disso, dedicou-se ao Ministério Público com relevância nas comissões de meio ambiente e aperfeiçoamento institucional, destacando-se como uma referência para o Judiciário local.

Fonte: www.metropoles.com

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