Conheça as histórias das sete duplas de irmãos que vão atuar representando diferentes países na Copa do Mundo de 2026
A Copa do Mundo de 2026 contará com sete duplas de irmãos em campo, representando nações diferentes ou a mesma seleção, em histórias que unem futebol e família.
Sete duplas de irmãos na Copa do Mundo reforçam laços familiares no futebol
A Copa do Mundo de 2026 marca presença de sete duplas de irmãos que vão jogar o mundial, trazendo histórias de vínculos familiares e escolhas distintas na representação de seleções nacionais. Entre essas duplas, destacam-se os irmãos Doué, Williams, Luckassen/Brobbey, Souttar, Hernández, Duarte e Bacuna, que carregam o sangue da família dentro de campo e, em alguns casos, defendem países diferentes.
Os irmãos Doué e suas escolhas entre França e Costa do Marfim
Désiré e Guéla Doué nasceram na França e possuem dupla nacionalidade com a Costa do Marfim. Désiré defende a França, enquanto Guéla optou pela Costa do Marfim. Ambos se enfrentaram recentemente em um amistoso, quando a Costa do Marfim venceu por 2 a 1, com gol de Guéla. Désiré, atacante do Paris Saint-Germain, foi decisivo na temporada com 15 gols e oito assistências em 44 jogos. Guéla atua como zagueiro e lateral-direito no Strasbourg, tendo participado de 46 jogos e contribuído com quatro gols e dez assistências.
Williams: irmãos em clubes e seleções diferentes com forte presença no Athletic Bilbao
Iñaki e Nico Williams nasceram na Espanha e têm dupla nacionalidade ganesa. Iñaki escolheu representar Gana e Nico joga pela seleção espanhola. Ambos são peças importantes do Athletic Bilbao. Na temporada, Iñaki atuou em 42 jogos, com quatro gols e seis assistências, enquanto Nico participou de 34 jogos, com seis gols e seis assistências. A dinâmica da dupla traz à tona a diversidade cultural e as decisões pessoais na definição das seleções.
A dupla Luckassen e Brobbey: divergência entre Holanda e Gana
Derrick Luckassen, zagueiro do Pafos FC, e Brian Brobbey, centroavante do Sunderland, possuem dupla nacionalidade holandesa e ganesa. Brian atua pela Holanda, e Derrick defende Gana, reforçando a complexidade das escolhas de nacionalidade no futebol internacional. Derrick participou de 48 jogos na temporada, marcando seis gols, enquanto Brian jogou 36 vezes, anotando oito gols e uma assistência.
Irmãos Souttar divididos entre Escócia e Austrália
John e Harry Souttar são escoceses com possibilidade de jogar pela Austrália. John optou pela Escócia e Harry pela Austrália, ambos zagueiros. John teve participação expressiva com 46 jogos na temporada, e Harry atuou em três jogos, marcando um gol pelo Leicester City.
Hernández: a força francesa dos irmãos na lateral e defesa
Theo e Lucas Hernández, franceses com possibilidade de representar a Espanha, escolheram defender a França juntos na Copa do Mundo. Theo joga como lateral-esquerdo no Al-Hilal, enquanto Lucas atua como zagueiro e lateral-esquerdo no Paris Saint-Germain. Theo participou de 49 jogos, com nove gols e cinco assistências, já Lucas disputou 39 partidas, com três assistências.
Irmãos Duarte representam Cabo Verde no cenário internacional
Deroy e Laros Duarte, nascidos na Holanda, decidiram representar Cabo Verde. Deroy é meio-campista central no Ludogorets Razgrad, com 59 jogos na temporada, três gols e três assistências. Laros, volante do Puskás Académia FC, participou de 40 jogos, com um gol e sete assistências.
Bacuna: meio-campistas que defendem Curaçao na Copa do Mundo
Leandro e Juninho Bacuna, também holandeses de nascimento, escolheram representar Curaçao. Leandro joga no Igdir FK da Turquia e Juninho atuou no FC Volendam, que foi rebaixado para a segunda divisão da Holanda. Leandro participou de 48 jogos, com 10 gols e cinco assistências, enquanto Juninho disputou 37 jogos, marcando dois gols e quatro assistências.
A ausência dos irmãos Timber na Copa do Mundo por lesão
A dupla Timber seria mais uma a participar da Copa do Mundo, mas Jurriën Timber foi cortado da seleção da Holanda por lesão na virilha. Quinten Timber permanece no elenco como meio-campista, destacando os desafios físicos enfrentados por atletas mesmo em grandes competições.
Impacto das duplas de irmãos no ambiente e na dinâmica da Copa do Mundo
A presença das sete duplas de irmãos na Copa do Mundo de 2026 evidencia o entrelaçamento entre laços familiares e escolhas profissionais no futebol. O fato de alguns irmãos defenderem seleções diferentes amplia o interesse do público e traz histórias emocionantes para o torneio, refletindo a multiculturalidade e as decisões pessoais dentro do esporte. Estes casos também ressaltam as complexidades das nacionalidades e as oportunidades que o futebol oferece para diferentes gerações da mesma família.
Considerações finais sobre as duplas de irmãos no campeonato de 2026
A diversidade das duplas de irmãos na Copa do Mundo reforça o caráter global e inclusivo do evento. A análise dessas histórias permite entender melhor o impacto da herança familiar, das opções de nacionalidade e do desenvolvimento profissional no futebol internacional. Eles são exemplos vivos de como o esporte conecta histórias pessoais a uma das maiores competições do planeta.
Fonte: www.metropoles.com
Fonte: Sathire Kelpa/Eurasia Sport Images/Getty Images