Ex-presidente enfrenta broncopneumonia bilateral e permanece sob cuidados intensivos no Hospital DF Star
Bolsonaro ainda corre risco grave por broncopneumonia bilateral e segue internado na UTI do Hospital DF Star, segundo médicos responsáveis.
Situação crítica de Bolsonaro na UTI do Hospital DF Star
Bolsonaro ainda corre risco, segundo médicos que acompanham seu quadro na UTI do Hospital DF Star, em Brasília, desde a manhã de 13/03/2026. O ex-presidente foi internado após apresentar uma complicação severa causada por broncopneumonia bilateral, uma infecção pulmonar grave que exige cuidados intensivos. O cardiologista Leandro Echenique destaca que o quadro é mais grave do que as pneumonias anteriores enfrentadas por Bolsonaro, o que aumenta a complexidade do tratamento.
Diagnóstico e tratamento da broncopneumonia bilateral
A tomografia realizada no ex-presidente confirmou a presença de broncopneumonia bilateral, com maior intensidade no pulmão esquerdo. Este tipo de pneumonia, segundo os médicos, é potencialmente mortal e requer o uso de antibióticos potentes para tentar conter a infecção. O médico Brasil Caiado explicou que este quadro exige atenção especial devido à sua gravidade e resistência. Bolsonaro está recebendo medicação intravenosa e monitoramento contínuo para tratar as complicações respiratórias.
Circunstâncias da internação e acompanhamento médico
Bolsonaro foi transferido de forma urgente da prisão da Papuda para o hospital após apresentar calafrios e crises de vômitos na madrugada do dia 13/03/2026. A equipe médica de plantão, em coordenação com a Secretaria de Saúde do Distrito Federal, optou pela internação imediata na UTI para garantir cuidados adequados. Desde então, o ex-presidente permanece em estado grave, sob supervisão de cardiologistas e infectologistas especializados.
Impacto da infecção no tratamento e previsão de alta
Inicialmente, a expectativa era de que Bolsonaro ficasse internado por pelo menos sete dias, porém os profissionais envolvidos alertam que não há ainda previsão de alta devido à complexidade do quadro infeccioso. A resposta ao tratamento com antibióticos será decisiva para a evolução clínica. Enquanto isso, o ex-presidente segue em observação intensiva para evitar agravamentos e controlar possíveis complicações decorrentes da broncopneumonia.
Histórico de saúde e contexto carcerário
Desde 15 de janeiro de 2026, Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses na penitenciária da Papuda, no Distrito Federal. O agravamento da sua condição de saúde levantou preocupações entre autoridades e familiares, dada a gravidade da infecção e as limitações do ambiente prisional para atender casos críticos. O episódio evidencia os desafios enfrentados na gestão médica para presos com condições clínicas complexas.
Este acompanhamento detalhado reforça a necessidade de monitoramento constante e intervenções rápidas para garantir a segurança e o tratamento adequado durante a permanência de Bolsonaro na UTI do Hospital DF Star.
Fonte: www.metropoles.com