Rafael Greca espera apoio de Ratinho Junior e manda recado a Pimentel: “se me trair, se perde”

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Pré-candidato ao Governo do Paraná, Rafael Greca mantém candidatura, cobra aliados e aguarda apoio de Ratinho Junior

Ex-prefeito de Curitiba rejeita ser vice, pressiona Eduardo Pimentel por apoio público e admite possibilidade de Alexandre Curi compor chapa.

Greca reafirma candidatura e aguarda apoio político

O ex-prefeito de Curitiba e pré-candidato ao Governo do Paraná, Rafael Greca (MDB), afirmou que seguirá na disputa eleitoral de 2026 e que ainda espera receber o apoio do governador Ratinho Junior (PSD). Em entrevista concedida nesta terça-feira (28), ele indicou confiança em uma possível aproximação.

“Sou muito devoto de Santo Antonio e acho que no dia dos namorados por aí o Ratinho virá conversar comigo. Vice não. Se ele entender que eu mereço sua presença agora ou se quer deixar para o segundo turno, tudo bem”, declarou Greca ao comentar a possibilidade de aliança.

Recusa em ser vice e justificativa para saída do PSD

Greca voltou a afirmar que não aceita ocupar a posição de vice em nenhuma chapa. Ele explicou que sua saída do PSD e filiação ao MDB foram motivadas pela necessidade de viabilizar sua candidatura ao governo estadual.

“Eu sabia que precisava pular fora para poder ser candidato. O sapo não pula por boniteza, pula por precisão. Preferia não sair do partido, mas eu não tinha lugar para aquilo que é meu objetivo de vida”, afirmou. Em outro momento, reforçou: “Olhem bem para mim e digam se eu tenho cara de vice”.

Cobrança direta a Eduardo Pimentel

O pré-candidato também fez cobranças públicas ao prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel (PSD), de quem espera uma declaração oficial de apoio. Segundo Greca, já houve sinalização nos bastidores, mas falta confirmação pública.

“Ele vai se pronunciar, já me disse isso no reservado e deve dizer em público. Se o Eduardo cometer uma sandice dessas de me trair, ele se perde, e a história jamais perdoa quem trai”, afirmou.

Greca também rejeitou a possibilidade de divisão de apoio político na capital. “Não acredito nisso, porque em Curitiba as pessoas não vão ser ingratas comigo”, acrescentou.

Possível composição com Alexandre Curi

Ao comentar alianças, Greca citou o nome do presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi, como possível vice em sua chapa. Ele indicou que aceitaria a composição, caso o deputado reveja seus planos políticos.

“Não me incomodo se o Alexandre Curi rever sua posição e quiser ser pré-candidato a vice-governador. Me sinto um pouco frustrado por não ter atendido meu telefone naquela noite”, disse.

Ao avaliar a possibilidade de Curi liderar uma chapa própria, Greca foi direto: “Teria dito isso antes, agora acho que ele não merece”.

Cenário político segue em definição

As declarações de Greca refletem o momento de articulação política no Paraná para as eleições de 2026, marcado por negociações, definição de alianças e posicionamentos públicos. O cenário segue em construção e deve ganhar novos desdobramentos nos próximos meses, à medida que lideranças consolidam suas candidaturas e apoios.

Fonte: Jovem Pan News / Banda B

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